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Setembro Amarelo: mês de prevenção ao suicídio

Por Jorge Figueiredo
em 17 de dezembro de 2019 às 13:27


Segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo a cada 40 segundos uma pessoa tira a sua própria vida. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 e 29 anos, estando atrás apenas de acidentes de trânsito. No Brasil, todos os dias, pelo menos 32 pessoas tiram suas próprias vidas.

Para fazer frente a essa realidade, foi criado em 2015, o Setembro Amarelo, uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio. A iniciativa que em seu primeiro ano foi organizada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) se restringiu a capital do país. Entretanto, já no ano seguinte várias regiões de todo o país aderiram ao movimento. Em 2019, houve uma grande mobilização por todo Brasil, onde o assunto foi amplamente difundido.

O Grupo Barralcool, pelo primeiro ano, abordou esse tema bastante delicado com os seus colaboradores. Com isso, durante todo o mês de setembro foram realizadas ações como: decoração do refeitório da empresa e espaços de convivência, entrega de cartões com frases de apoio, entre outras. Já entre os dias 10 e 12 de setembro, foi realizado um bate-papo sobre Prevenção ao Suicídio, com colaboradores entre 18 e 30 anos.

Essas palestras, ministradas pela analista de Recursos Humanos e Psicóloga, Larissa Petroni, abordaram temas como: dados brasileiros e mundiais, causas, sinais e sintomas de depressão e suicídio, frases de alerta, diagnóstico, fatores de risco, tratamento, prevenção, controle e onde buscar ajuda.

“Uma das principais causas do Suicídio é a Depressão, e segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2020, esta será a doença mais incapacitante do planeta. É necessário falar sobre essa doença para que as pessoas se conscientizem de que não é frescura e quem sofre de depressão precisa de atenção e cuidados. De cada dez tentativas de suicídio, nove podem ser evitadas justamente se falarmos e orientarmos sobre isso” explica Larissa Petroni.